quinta-feira, outubro 5

Feriado!



Fica aqui o meu contributo para avivar a memória de muitos sobre este dia...e porque os feriados têm sempre um porquê!

A imagem representa uma Alegoria à proclamação da República em 5 de Outubro de 1910 (M.C.)

quarta-feira, outubro 4

Cansada e triste



Mais uma vez os homens da minha família fizeram asneira, mais uma vez as mulheres aguentam o barco. Mas será que será sempre assim? Até quando é que teremos de aturar isto? Estou cansada e triste.

terça-feira, outubro 3

Por quanto é que trabalha?

Mas será que a pergunta «por quanto é que trabalha?» não é das coisas mais difíceis que se podem questionar a alguém que vai a uma entrevista? Por favor. É angustiante! Dizer a mais é sinal de sobre-consideração e muito provavelmente garantia de um misericordioso «tenha um bom dia que depois dizemos qualquer coisa!», dizer por baixo é sinal de que estamos por tudo e queremos qualquer coisa, para além de que podemos estar a deitar dinheiro à rua, por isso, que responder? Lá respondi, o que achei melhor na altura. Vamos aguardar e ver. Para a semana há mais.
O meu marido já é um homem de família... adquiriu o seu primeiro berbequim!


Tá bem que não é um topo de gama, nem sequer é dos melhores, aliás, até se pode dizer que «é dos fraquinhos», mas, fogo, é um avanço imenso na maturidade de qualquer jovem casal. Deixar de dizer «ó pai, empresta-me aí o teu berbequim para pendurar uma coisa este fim-de-semana!» é um grande passo...

segunda-feira, outubro 2

Penso, logo, escrevo!

Para mim escrever a quem passa começou a tornar-se uma necessidade que precisava satisfazer. Há muito que os meus e_mails, pessoais ou até profissionais, são escritos com prazer, nem que seja um «então uma beijoca para ti, amigo X» é algo que faço de forma meticulosa e intensa. Clico nas teclas com vigor e revejo sempre o que escrevo como se de um livro se tratasse. Tenho esta obsessão pela escrita perfeita, sem erros e ireepreensivelmente pontuada. A minha amiga Flor, artista por natureza, contava sempre comigo para, em tempos idos, lhe pontuar e rever os textos com o rigor de um Prof Dr de Língua Portuguesa, após o débito incansável de ideias que ela passava para uma folha de papel (melhor, para uma folha electrónica de word!). Pronto, talvez por herança genética, gosto de escrever. Não que a minha imaginação seja muito fértil, não o é não senhor, mas através de estímulos exteriores lá arranjo o que escrever. Por exemplo, desaconselho vivamente a visualização inteira e plena do filme World Trade Center. Porquê? Porque o filme é uma m...! Simples, não? Nem a mais sensível das moçoilas aguenta tamanha sequência de nada como esta. Nada se passa no filme, nada! É simplesmente mau. Por isso meus caros, não o vejam. É um pedido que vos faço. Só não percebo como é que o protagonista de «Morrer em Las Vegas» (Nicolas Cage) se presta a um papel destes, com tão fraco argumento. Desceste na minha escala de consideração Nicolas! Veremos então se o Voo93 é melhor que isto. Outras coisas que gosto de escrever são os meus sentimentos! Ah! Exclamam vocês! Que original! Não, não é, e depois? Não é para isso que serve a comunicação entre as pessoas? Pois se o meu papel nesta sociedade é o do pilar da estrutura em algum lado tenho de ir desmoronando, não? E vocês se não gostarem, olha, paciência. Também não são obrigados a ler. Mudem de blog!